Revolução de 1930: os combates em Joinville parte II

por Rafael José Nogueira - 03 de maio de 2017

  1. Apresentação

Mais algumas batalhas ocorridas em Joinville durante a “Revolução de 1930” em Joinville. Confira!

 

  1. Entrada em Joinville

 

No “Relatório de missão reservada” presente no livro “Cinquentenário da Revolução de Trinta no Paraná”, dois militares nos contam que marchando para Joinville eles pararam em Jaraguá e se apresentaram ao comandante Saldanha do 13º BC. São informados que o mesmo estaria esperando algumas informações para invadir Joinville, e os seus enviados não tinham retornado, e tinha-se o boato de um grande número de forças legalistas, esses dois militares se ofereceram então para fazer este trabalho de espionagem. Foi colocado um carro a disposição deles, e sem documentos e com seus familiares para não despertar suspeita. Foi combinado que se encontrariam no Bananal [Guaramirim] para levar as informações. Chegaram na parte da tarde do dia 9 de Outubro e foram parados em frente ao Palácio Hotel no centro da cidade por Trogillo de Mello e perguntados se haviam vistos revolucionários, e mentiram com números exagerados:

Devidamente instruídos pelo Sr. Cel. Saldanha, respondemos que efetivamente tínhamos visto grande número de tropas em quatro (4) comboios com 2 (duas) locomotivas cada um, composto do 13º BC e civis em número superior a 1.000 (mil) homens, todos bem armados, principalmente com muitas metralhadoras, que estavam marchando sobre Joinville, estando o primeiro comboio já em Bananal. Como V. Ex. poderá notar, as informações que prestamos ao Cap. Trogildo forma consideravelmente exageradas. (TOURINHO, 1980, p. 89)

Se instalaram então no Palácio Hotel e saíram em busca de informações e conseguiram informações precisas sobre número de contingente, forças em questão e posição que ocupavam como podemos ver a seguir: “As informações confirmadas por todos os presentes no grupo eram as seguintes: 190 fuzileiros navais comandados por dois tenentes, 150 praças da polícia e um Companhia de guerra do 14º BC de Florianópolis, com metralhadores e que estas forças estavam entrincheiradas em vários pontos da cidade. (Encruzilhada Baumer, Estação, Estrada D. Francisca, etc).” (TOURINHO, 1980, p. 90). Números que somados se aproximam dos apresentados por Valmir Lemos e o jornal A República. O mesmo jornal afirma que houveram combates já na divisa entre Joinville e Jaraguá do Sul com as guardas avançadas legalistas, na Estrada do sul como na Dona Francisca.

O documento termina dizendo que tiveram sucesso e retornaram ao Bananal assim passaram as informações ao comandante Saldanha e teriam vindo no dia 10 de outubro e descrevem terem visto “a bela vitória de nossas forças”.

 

  1. Tensão em Joinville

 

Em edição especial um ano depois dos acontecimentos o jornal A Notícia refaz todo o movimento na cidade, afirmando que na madrugada do dia 9 chegavam as primeiras tropas do “Destacamento Noel” vindos de Florianópolis para tomar Joinville que estava desguarnecida de seu Batalhão o 13º B.C que tinha ido patrulhar Porto União e União da Vitória e acabou aderindo ao movimento no dia 4 de Outubro, tomando as duas cidades e as cidades próximas a Joinville. O policiamento ficou a cargo do Tiro 226, abrindo mais chances para as tropas legalistas que ainda resistiam em Florianópolis adentrarem em Joinville. A pesquisadora Jeisa Rech entrevistou Alvino Gustavo Timm que era membro do tiro, ele conta um pouco de como funcionava a dinâmica da vigilância numa cidade provinciana como Joinville:

[…] então nós patrulhávamos os bares todos, […] quando a gente suspeitava, ia lá mandar fechar o bar, pra não haver perturbação. […] Sabe, nós tínhamos ordem, por acaso[…] aonde havia uma reunião ou alguma coisa, era pra dar uma fiscalizada pra ver […] assim, bar, restaurante, a gente entrava, se via lá gente assim, algo errado, então a gente sempre conhecia todo o pessoal de Joinville, então […] naquele tempo, o pessoal respeitava mais né, então a gente pedia, vão cada um pra sua casa, e cada um obedecia. (RECH, 2003, p. 4)

O tiro de guerra 226 deve ter cuidado da cidade muitas vezes, já que era comum o 13º B.C ser chamado para patrulhar a região do Contestado devido a tensão herdada do conflito entre 1912 e 1916. Como vemos acima o tiro de guerra não encontrava muitos problemas, já que a cidade era pequena e a maior parte da população vivia no campo. Porém tudo ia mudar com a chegada do Destacamento Noel na madrugada do dia 9 de Outubro.

Essa tropa denominada Destacamento Noel segundo o historiador Carlos Humberto Correa era integrada: “[…] por três companhias do 14º Batalhão de caçadores, de Florianópolis, uma de fuzileiros navais e outra da Força pública” (CORREA, 1984, p.58). As notícias sobre uma possível tomada da cidade não param de serem veiculadas nos jornais, nas edições de 6 e 7 de outubro de 1930 do jornal Anoticia temos as seguintes manchetes respectivamente: “As tropas fieis ao governo ocupara S. Francisco e Joinville” e a mais preocupante “Duzentas praças em Joinville”. Na edição do dia 8 de outubro temos a seguinte descrição: “O 14º B.C vem ai”. Já um dia antes o jornal informa que as tropas revolucionarias estavam marchando para Joinville como é possível ver pelos boletins internos do 13º B.C.

 

  1. Batalhas

 

            Vamos então falar da chegada das tropas legalistas. Conforme o jornal A Notícia declara: “Chegadas a Joinville estas forças foram na madrugada do dia 9 distribuídas do seguinte modo: 14 B.C: No “Pries” (Kilometro 17). Força Pública com alguns elementos navaes: No Bauer (encruzilhada da Estrada Sul com a de Blumenau).” (A NOTÍCIA, 4 de Outubro de 1931). O “Pries” pelo que podemos ver em outros jornais seria a Estrada Dona Francisca no seu KM 17, onde estariam instaladas essas tropas do 14º Batalhão de Florianópolis. Foi neste lugar o primeiro combate as 11 e 30 da manhã do dia 9. Vindo de São Bento do Sul na Estrada Dona Francisca uma coluna rebelde comandada pelo Capitão Milton Loyola, acabando se encontrando no KM 17 com um destacamento legalista formado por soldados do 14º B.C, fuzileiros navais e mais a força pública, havendo intenso combate resultando em três mortes do 14º B.C. Ainda assim com as perdas, o batalhão governista conseguiu fazer com que os revolucionários recuassem até o KM 29 da Estrada Dona Francisca.

. Esta tropa rebelde aproveitou o recuo e se entrincheirou em ótima posição de defesa segundo o trecho do jornal A Notícia. Assim teriam ficado até as 17 e 30 da tarde, quando viram surgir na Estrada Dona Francisca o carro de Ewaldo Herrmann com oficiais do 14º B.C. Os rebeldes entrincheirados não pensaram duas vezes e dispararam várias vezes contra o automóvel, estragando o radiador: “[…] ao mesmo tempo que dele saiam os passageiros acenando com lenços brancos e aderindo ao movimento com toda a sua tropa.” (A NOTÍCIA, 4 de Outubro de 1931). O combate teve testemunhas, nas palavras de Jeisa Rech:

Esse combate é presente nas memórias do pequeno Aldo, já que constantemente ia ver os corpos dos três combatentes do 14 BC mortos neste conflito, que permaneceram próximos de sua casa por alguns dias, até o seu recolhimento: “[…] nós fomos de noite lá ver os mortos, a gente era curioso né, eles deixaram alguns dias lá, até irem buscar, até recolher, até tenho pena (RECH, 2003, p.8)

Com a situação normalizada nesta região, os combates iriam cessar por algumas horas.

As 23 horas no entroncamento Baumer (cruzamento da estrada do Sul com a estrada Blumenau) tivemos outro combate. O citado “Relatório de missão reservada” do livro “Cinquentenário da Revolução de Trinta no Paraná” de Plinio Tourinho, que traz o relato de dois militares fala sobre o chamado “Baumer”. No Km 34 entre Jaraguá e Joinville dizem ter encontrado muitos colonos que os avisaram do cruzamento Baumer (Conforme Imagem a e b) estar guardada pela força pública e pelo exército legalista, que seriam mais de 100 soldados. Seguiram viagem e encontraram um pouco antes um automóvel com 5 soldados do 13º B.C que estavam fazendo o reconhecimento da Estrada. Chegando próximo a área do Baumer diminuíram a velocidade, contudo como estavam disfarçados à paisana e com seus familiares passaram pelo local sem problemas.

IMAGEM A: Panorama atual do cruzamento Baumer onde ocorreu o combate. Fonte: Google Maps.

IMAGEM B: Comércio que aparece na imagem acima no Baumer sem a parte de cima. Data: Sine die. Fonte: Acervo particular de Eliane Schunemann

O combate em questão aconteceu, pois um destacamento do 13º B.C com o comando do tenente Paulo, tinha deixado o trem no Bananal, pois os legalistas tinham danificado a ponte por onde passava a estrada de ferro. Seguiram então a pé pela estrada de rodagem, chocando-se e abrindo combate as 11 horas da noite com tropas governistas comandados por Trogillo de Mello, delegado de polícia de Joinville. O mesmo delegado havia parado os militares à paisana no mesmo dia 9 a tarde horas antes do combate em no Baumer na frente do Palácio Hotel, perguntando se eles tinham informações sobre número de tropas revolucionarias. Como dito orientados mentiram, hiperbolizando as informações sobre os revolucionários que estavam por chegar na cidade. É provável que diante das informações obtidas tenha reforçado a guarda do Baumer.

O embate iniciou as 11 horas da noite dia 9 e durou até a 1 e 30 da madrugada do dia 10, segundo o jornal A Notícia, um tiroteio muito violento, chegando algumas vezes chegando quase a ser “peito a peito”. O jornal Correio de Joinville também dá alguns detalhes:

Na madrugada de sexta-feira última, a guarda avançada dos revolucionários, composta de 40 praças do 13º B.C., comandada pelos, sargentos Domingo Neves e Paulo Lopes, travou combate com um contingente de policiais e fuzileiros navaes, num total de 150 homens que guarneciam a estrada Joinville – Blumenau. Depois de 2 horas de fogo cerrado, os vanguardeiros da coluna revolucionária obrigaram a força governista a se dispersar. (CORREIO DE JOINVILLE, 15 de Outubro de 1930).

Caso os números estejam, podemos ter a ideia que os rebeldes estavam em desvantagem numérica e mesmo assim aguentaram por 2 horas aproximadamente a troca de tiros, conseguindo inclusive que os legalistas se espalhassem. O Correio de Joinville não fala em mortes. Já o Jornal de Joinville fala resumidamente de forma rápida sobre o ocorrido e afirma do mesmo modo que não houve mortes. Versão contestada pelo A Notícia que nos apresenta o número de oito soldados legalistas feridos, sendo que três destes oito vieram a falecer depois no hospital. Conforme Jeisa Rech os sinais desse conflito ficaram por muitos tempo na região: “As marcas deste combate permaneceram por muitos anos, seja pelos sinais nas paredes das casas ou comércios, ou pelos valos cavados no chão, que por muitos anos permaneceram visíveis, e que serviram de proteção aos soldados.” (RECH, 2003, p. 8).

Os revolucionários parecem não terem parado com o fim do combate, logo depois o comandante Paulo recebeu reforço de um pelotão do tenente Baganha e marcharam até a pedreira no lugar com o nome de “Rutz” finalizando o ataque com uma ofensiva forte levando os legalistas, já dispersos recuar até o rio Aguas Vermelhas, fugindo para qualquer lugar próximo. Entre eles a casa do conhecido industrial Francisco Boehm por volta de 2 e meia da manhã, uma hora depois do fim do combate: […] famintos e molhados, sendo pelo mesmo [Francisco Boehm] filantropicamente socorridos.” (A NOTÍCIA, 4 de Outubro de 1931). No trabalho de Jeisa Rech temos a entrevista de Eugenia Boehm Klug, ao que parece ser filha de Francisco Boehm ou pelo menos tem algum parentesco, onde fala do som das balas passando perto de si:

[…] relata a madrugada que sua família passou servindo esses soldados, com comida, café quente e passando suas roupas molhadas pela forte chuva que caía. Sua família inclusive preparava uma carroça com alimentos para esconderem-se em uma chácara distante, mas foram advertidos pelos navais, para que ficassem em casa e se deitassem no chão.” (RECH, 2003, p. 9)

Outro combate fatal aconteceu na Estrada Dona Francisca no KM 29 mesmo local dos projeteis contra o carro de Ewaldo Herrman. Houve uma morte, de um civil chamado Carlos Ladewig. O Correio de Joinville e Jornal de Joinville relatam ter sido no dia 9 a morte dele no combate do Km 17 no “Pries”. O jornal A Notícia coloca como sendo no dia 10 a sua morte. É relato pelo Correio de Joinville que o mesmo era Chauffer vindo a morrer quando dirigia um caminhão com soldados da força pública catarinense. Ele teria sido atingido por uma rajada de metralhadora quando encontrado um pelotão de revolucionários. Aldo Eberhardt que era criança e em suas memórias apresenta uma versão do que teria acontecido:

Em suas memórias, Ladewig era um inocente, que foi morto devido a uma confusão entre parar ou não o caminhão que conduzia. Tentando forçar o motorista a parar, os soldados atiraram contra o caminhão, atingindo Carlos, que foi enterrado na serra Dona Francisca, e posteriormente encaminhado a um cemitério. E assim também vemos que a revolução não afetou somente os soldados que estavam lutando, mas também os civis.

No livro de óbitos do cemitério municipal sua morte é dada como sendo em 9 de Outubro. Contudo não oferece mais informações sobre o óbito. Nos registros de óbitos do cemitério luterano o nome dele aparece com mais subsídios como a data e a hora de sua morte: 10 de Outubro as 11 da manhã. Sobre como foi sua morte, é descrito que faleceu no transporte de tropas no Km 29, confirmando o que A Notícia fala em seu artigo. As declarações do Correio de Joinville e o Jornal de Joinville sobre a morte dele ter sido dia 9 no Baumer parecem ser equivocadas. Outro fato interessante nos registros do cemitério luterano é que Carlos Ladewig deixou esposa e 5 filhos, todos esses ainda crianças. Ladewig era bem jovem, tinha 27 anos e provavelmente herdou do pai a profissão de chauffeur, uma vez que temos o dado que seu pai Germano Ladewig era também chauffeur como consta no documento. O mais curioso é que aqui temos de novo a questão do enterro, que teria sido no mesmo lugar a Estrada Dona Francisca como dito por Jeisa Rech, entretanto o cemitério que ele foi encaminhado depois é colocado aqui como o municipal, por isso o registro no documento do cemitério municipal. É estranho pensar como ele foi enterrado e depois usando a palavra do livro do cemitério luterano “traspassado” para o cemitério municipal. Sua esposa Paula Ladewig recebeu indenização (Conforme Imagem C) em Janeiro de 1931.

IMAGEM C: Trecho do Jornal Correio de Joinville mostrando o nome de Paula Ladewig e o valor indenizatório recebido. Data: 3 de Janeiro de 1931. Fonte: AHJ.

 

  1. Considerações Finais

 

Não conseguimos obter os nomes dos seis soldados mortos nos dois primeiros confrontos: os 3 soldados do 14º B.C e o três do enlace no Baumer. No livro de óbitos do cemitério municipal aparecem apenas os termos “Marineros” ou “soldados” sem mais nenhuma informação ficando difícil saber sobre quais combates está se referindo o apontamento. Foi comum militares entrarem agonizando para serem operados no hospital São José não conseguido serem identificados antes de virem a falecer. Como meus estudos levam a número muito maior de mortos e feridos do que o dado oficial, será normal ter divergência.

Quantos sonhos e projetos tinha o jovem Carlos Ladewig? O que pensavam os militares do 14º B.C?  Que vieram de certa forma para morrer aqui. Imaginemos o medo da população ao ver essas mortes e feridos na cidade que era conhecida por ser pacata. Quantos destinos se cruzaram em Joinville. O de Ladewig que acordou na manhã de 10 de Outubro pensando ser apenas mais um dia de trabalho como todos os outros e no final do dia encontraria esposa e seus filhos. Seus sonhos acabaram numa rajada de balas. Esses jovens que vieram de Florianópolis para cá, almejando voltar logo para lá e quem sabe casar, namorar, jogar uma partida de futebol, ou simplesmente tomar banho em um rio….  As crianças que hoje são idosos e presenciaram tudo isso. Os joinvilenses que tiveram suas rotinas interrompidas.

Numa guerra ou num momento de medo como este, não se mata um soldado, um inimigo. Mata-se alguém de gosta de carne. Mata-se alguém que tem namorada. Mata-se outro que gosta de andar de bicicleta. Uma convergência de memórias. Já foi me dito que esses eventos em Joinville não passaram de um bando de malucos atirando contra si em pequenas escaramuças. Não foi assim para estas pessoas e suas famílias. Os revolucionários tiveram inúmeros motivos para aderir a causa da mesma forma que os legalistas tiveram motivos para continuar fiel ao governo. Cada vida destroçada, foi um mundo que acabou.

 

  1. Referências

ARQUIVO HISTÓRICO DE JOINVILLE. Núcleo de Pesquisa histórica. Coleção Memória da Cidade, Memória Impressa. Joinville, 2016.

CABRAL, Oswaldo Rodrigues. História de Santa Catarina. Florianópolis: Do Autor, 1968.

GINZBURG, Carlo. Sinais – Raízes de um Paradigma Indiciário. In: Mitos, emblemas, sinais: morfologia e história. São Paulo: Companhia das Letras, 1989.

GUEDES, Sandra Paschoal Leite de Camargo, NETO, Wilson de Oliveira e OLSKA, Marilia Gervasi. O Exército e a Cidade: Joinville e o seu Batalhão. Joinville: Univille, 2008.

MEYER, Vera Maria. Os reflexos da Revolução de Trinta em Joinville. Joinville, 1989. 34 f. Monografia (Especialização em História da América) – Fundação Educacional da Região de Joinville.

RECH, Jeisa. Memórias e imagens da Revolução de 1930 em Joinville. Tempos Acadêmicos, Criciúma: UNESC, v. 2, p. 55-68, 2004.

TOURINHO, Plínio. Cinqüentenário da Revolução de Trinta no Paraná. 2ª Ed. Curitiba: Instituto Histórico, Geográfico e Etnográfico Paranaense, 1980.

VASCONCELLOS FILHO, H. 62.o Batalhão de Infantaria. História do “nosso” Batalhão. Joinville: mimeo produzido no 62.o BI, [1980?].

 

JORNAIS CONSULTADOS NO AHJ:

A NOTÍCIA. Joinville, outubro de 1930. Acervo AHJ;

CORREIO DE JOINVILLE. Joinville, outubro de 1930. Acervo AHJ;

JORNAL DE JOINVILLE. Joinville, outubro de 1930. Acervo AHJ

 

JORNAIS CONSULTADOS NA BIBLIOTECA NACIONAL DIGITAL:

A REPÚBLICA. Santa Catarina. Outubro de 1931. Hemeroteca digital da Biblioteca nacional.

A NOTÍCIA. Joinville, outubro de 1931. Hemeroteca digital da Biblioteca nacional;

A NOTÍCIA. Joinville, outubro de 1932. Hemeroteca digital da Biblioteca nacional

 

Boletins internos (em ordem cronológica):

13º BC. Guarnição em Porto União. BI, n. 2, 6 out. 1930.

13º BC. Acantonamento em São Bento. BI, n. 4, 8 out. 1930.

13º BC. Acantonamento em Bananal. BI, n. 5

13º BC. Acantonamento em Joinville. BI, n. 6, 10 out. 1930.