Joinville recebe novamente o Circuito Caixa de Maratoninha, dia 03 de junho na Expoville
O maior evento de corrida infantil do País – que tem como patrocinadora oficial a Caixa Econômica Federal –, o Circuito Caixa de Maratoninha, está de volta a Joinville. Já passamos por Cuiabá, Campo Grande, Uberlândia, Belo Horizonte, Vitória, Paulínia, São José do Rio Preto e Londrina (dia 27 de maio), e em seguida iremos para Florianópolis, Curitiba, São Luís, Teresina, Fortaleza, João Pessoa, Natal, Maceió, Aracaju, Brasília, Goiânia e Palmas.
Histórico
A ideia da Maratoninha surgiu muito timidamente em 1997. Na realização do I Meeting Internacional de Ciclismo, em Brasília, sentiu-se a necessidade de criar uma atividade infanto-juvenil. A pedido de alguns pais, 50 crianças disputaram uma corrida de bicicleta. O sucesso foi grande, mas contemplava um universo limitado de competidores: o ciclismo é um esporte relativamente caro.
A Maratoninha foi idealizada por Jamil Elias Suaiden, proprietário da FJ Produções, organizadora do evento. Ex-ciclista profissional e representante do Brasil nas Olimpíadas de Atlanta (1996), Jamil inaugurou a Maratoninha em outubro de 2002, em comemoração ao Dia das Crianças, em Brasília. Mais de 800 crianças de vários projetos sociais da cidade participaram. No ano seguinte, eram 1500 crianças de 6 a 12 anos de idade.
Em 2004, com o projeto para a criação do Circuito Maratoninha, o campeonato já alcançava cinco cidades brasileiras. A partir daí, o número de cidades que abraçou a ideia não parou de crescer. Em 2008, a Maratoninha esteve presente em 18 cidades brasileiras. Hoje são 21 etapas em todo o Brasil.
Organização
Um dos fatores que garante o sucesso cada vez maior do Circuito é a estrutura montada para receber os atletas e o público. Com uma arquibancada coberta com capacidade para 5 mil pessoas, 2 mil metros de alambrados, 18 tendas padronizadas, 50 metros de tapete emborrachado, a Maratoninha surge como um pequeno estádio.
Outro fator de sucesso é a didática aplicada. No dia da competição, orientados por professores e coordenadores, os atletas aquecem o corpo. Quando é dada a largada, grupos de no máximo 45 atletas, separados por idade, correm 300 metros. Alguns cruzam a linha de chegada apenas caminhando. Mas não importa: todos ganham uma medalha, sem exceção. Os vencedores de cada bateria, além da alegria de subir num pódio, ainda levam uma bicicleta para casa. E para repor o desgaste físico da competição, um lanche reforçado é oferecido a todos os atletas.