Bolshoi avalia 750 crianças de escolas públicas de Joinville
07/10/2011
“Nessa etapa serão avaliadas as condições físicas (biótipo) dos candidatos”, explica Bruna Horvath, auxiliar de comunicação do Bolshoi. “Só no processo de seleção, em outubro, é que serão avaliados aspectos cognitivos deles.”
É a segunda vez que Taís Bruna, de 10 anos, participa da pré-indicação, mas desta vez vem acompanhada da prima Beatriz, de 8 anos. Entre uma posição de sapinho e outra de borboletinha, Taís conta que o seu sonho é ser bailarina quando crescer. “Ou modelo”, completa a vó, Maria José, que aguardou até as meninas descerem de uma das salas da sede do Bolshoi.
Maria diz que as meninas contam com o apoio de toda a família. “A Beatriz desde os três anos quer ser bailarina. Elas sabem que geralmente não dá pra conseguir pela primeira vez e que por isso vão precisar continuar tentando”, diz.
Entre os competidores, também estava Rebeca Radkt, de 10 anos, que coleciona sonhos de profissão (além de bailarina, ela quer ser médica e veterinária). O pai Cristian Radkt aguardava a menina. “Rebeca estava ansiosa a semana inteira para esse dia”, conta.
Meire Diógenes Silva, coordenadora do apoio educacional do Bolshoi, diz que esse é um momento especial para a instituição. “A gente torce muito. Temos muito a agradecer aos educadores das escolas que têm um olhar carinhoso pelas crianças. Também agradecemos aos pais, que deixaram seu cotidiano para trazer seus filhos para cá. Toda profissão começa com um sonho.”




